O que os dinossauros podem nos ensinar sobre cibersegurança e nuvem privada dedicada? 

Dinossauros fora de controle mostram como a falta de redundância e segurança pode levar qualquer operação ao caos.

“Assim como não se controla dinossauros com portas frágeis, também não se protege uma operação sem uma estrutura robusta em nuvem. Sem segurança e redundância, qualquer falha pode virar um desastre.”
Junior Machado, CEO da Opus Tech

Dinossauros soltos e o caos instaurado

Quando pensamos no filme Jurassic Park (1993), a primeira imagem que vem à mente são os dinossauros soltos, aterrorizando visitantes e funcionários da Isla Nublar. Mas, se olharmos com atenção, a verdadeira falha não estava nos animais pré-históricos, e sim na tecnologia que deveria manter tudo sob controle. 

A cena-chave ocorre quando Dennis Nedry, programador do parque, desativa o sistema de segurança para roubar embriões. O que parecia apenas uma ação isolada desencadeou um efeito dominó: 

  • Portas que deveriam proteger áreas críticas ficaram travadas 
  • Câmeras de monitoramento foram desligadas 
  • O centro de comando perdeu visibilidade da situação 
  • Dinossauros ganharam liberdade para vagar pelo parque 

O resultado? Um desastre de proporções cinematográficas. 

O perigo de estar desprotegido

No fundo, o que aconteceu em Jurassic Park não é tão diferente de situações reais enfrentadas por empresas modernas: a dependência de um único ponto de falha e a ausência de uma arquitetura de segurança robusta. 

Quando uma operação inteira fica vulnerável à ação de uma única pessoa ou falha localizada, os riscos se multiplicam. Seja em um parque fictício com dinossauros ou em uma empresa real que lida com dados sensíveis, os efeitos podem ser devastadores: paralisação de atividades, perda de confiança, prejuízos financeiros e danos à reputação. 

Como a nuvem privada dedicada poderia ter mudado a história?

Se a Isla Nublar tivesse adotado uma nuvem privada dedicada com recursos avançados de cibersegurança e redundância, o enredo poderia ter sido bem diferente: 

  • Monitoramento em tempo real: qualquer acesso suspeito seria identificado rapidamente. 
  • Redundância de sistemas: mesmo com sabotagem local, os serviços continuariam funcionando. 
  • Gestão de identidades e permissões: nenhum funcionário teria tanto poder isoladamente. 
  • Backups automáticos: a infraestrutura seria restaurada sem perda crítica de dados. 

Em outras palavras, o parque poderia até enfrentar dinossauros furiosos, mas não teria perdido o controle por causa de falhas digitais.

Do cinema para o mundo real 

Na ficção, tudo isso gerou entretenimento. Mas, no mundo corporativo, o impacto de uma falha de segurança pode significar bilhões em perdas e anos de reconstrução de reputação. Empresas que ainda tratam cibersegurança e nuvem como “opções” estão se expondo a riscos que poderiam ser evitados. 

Para Junior Machado, CEO da Opus Tech, “Assim como não se controla dinossauros com portas frágeis, também não se protege uma operação sem uma estrutura robusta em nuvem. Sem segurança e redundância, qualquer falha pode virar um desastre.”

O filme Jurassic Park é uma metáfora perfeita: não basta ter sistemas grandiosos, inovadores e impressionantes se a estrutura digital que os sustenta não for segura. Afinal, ninguém quer ver seus “dinossauros” fora de controle. 

Hoje, a nuvem privada dedicada é a base para qualquer operação resiliente, oferecendo alta disponibilidade, performance e camadas de proteção contra ameaças internas e externas. 

2025-09-17T12:03:15-03:0017 / 09 / 2025|Blog, Cibersegurança|
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